3.9.09

Devaneios

He's a real nowhere man,
Sitting in his nowhere land,
Making all his nowhere plans
for nobody.
Sentei aqui na frente do blog nesse início de madrugada tentando pensar em algo para escrever, me forçando pois realmente penso que ando perdendo a habilidade de escrever, pensar, ler, criticar, tudo isso fruto de trabalhos cansativos mais voltados para área de exatas, o mundo pouco a pouco parece se fechar.

Por onde começar? Que tal perguntando quem sou eu? Porque estou aqui? O que fiz com meus sonhos? Essas são as principais questões que todos devem ter muitas vezes duarante a vida.

Confesso que segui por trilhas cômodas e deixei de enfrentar muitas coisas, talvez por ser filho desse momento onde nada mais forte é construído, do mundo descartável, da sociedade enlatada, que nos enforma, nos prendem em grilhões de micro-poderes.

Será justo culpar o mundo pelos atos das pessoas? Me pego entre idéias de Marx, Nietzsche, Foucault, Marshal Bergman, Certeau.

Onde eles estão no mundo? Onde eles estão nos meus atos? Onde eles estão nos nossos atos?

Tantas perguntas relevantes em um mundo que não releva perguntas, pois elas não "dão dinheiro"

No fim das contas dormirei, pois amanhã é mais um dia de rotina, de pensar tecnicista, para mim e boa parte do mundo.

Fortuna!

Beatles - Nowhere man

He's a real nowhere man,
Sitting in his nowhere land,
Making all his nowhere plans
for nobody.

Doesn't have a point of view,
Knows not where he's going to,
Isn't he a bit like you and me?

Nowhere man, please listen,
You don't know what you're missing,
Nowhere man, the world is at your command.

He's as blind as he can be,
Just sees what he wants to see,
Nowhere man can you see me at all?

Nowhere man, don't worry,
Take your time, don't hurry,
Leave it all 'till somebody else
Lends you a hand.

Doesn't have a point of view,
Knows not where he's going to,
Isn't he a bit like you and me?

Nowhere man, please listen,
You don't know what you're missing,
Nowhere man, the world is at your command.

He's a real nowhere man,
Sitting in his nowhere land,
Making all his nowhere plans
For nobody.
Making all his nowhere plans
for nobody.
Making all his nowhere plans
For nobody.

2 comentários:

Elenita Pereira disse...

Oi,
Guilherme, sem querer, achei teu blog. Pesquisando sobre Prigogine, quem diria... Aquela carta às gerações futuras é ótima mesmo. Mas eu não consigo ser otimista como ele... de jeito nenhum...
Gostei das coisas q tu escreves. Sou da História tb. MAs vi q tu "abandonaste o navio", pelo jeito, né? Pensas em voltar?

sou nova nesse mundo dos blogs, ainda estou aprendendo a configurar o meu. se quiseres passar por lá:
http://www.avozdaprimavera.blogspot.com/

abs,

Elenita

*margaridanegra* disse...

hey you!
atualize-se
ganhaste mais uma leitora!
=)
saudadinha